A Universidade Politécnica de Madrid, a Fundação Asprima, a Gas Natural, a Uponor e a Ursa Pladur implementam um estudo para avaliar e melhorar a eficiência energética dos edifícios

28-05-2009

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A UPM, a Fundação Asprima, a Gas Natural, a Uponor e a Ursa-Pladur, assinaram um acordo no salão imobiliário de Madrid (SIMA), que tem como objectivo principal a avaliação de custos e consumos decorrentes das diferentes classificações energéticas da habitação.

Madrid, Maio de 2009.-O Reitor da Universidade Politécnica de Madrid, Javier Uceda; a Directora Gerente da Fundação ASPRIMA, Marta Torres; o director da Gas Natural Soluciones, Josep Codorniu; o Director Geral da UPONOR Hispania, Ángel López; os representantes da Ursa Insulation, Francisco Martínez e Ana Lluch e o Director Geral da Yesos Ibéricos Enrique Ramírez, assinaram, no âmbito do Salão Imobiliário de Madrid 2009 (SIMA), um acordo de colaboração para o desenvolvimento do projecto de investigação “Avaliação dos custos construtivos e consumos energéticos derivados da classificação energética da habitação”.

Esta iniciativa, inovadora em Espanha, tem um duplo objectivo: por um lado, quantificar a diferença nos custos de construção de construções com cada uma das diferentes classificações energéticas da habitação (A, B, C, ou D), categorias derivadas nova regulamentação estatal relativa à eficiência energética dos edifícios - similar à já existente para electrodomésticos e, por outro, avaliar e comparar, para as diferentes categorias, a economia de cada uma para o mesmo consumo energético, ou seja, a economia do consumidor final na facturação.

O estudo vai realizar-se em diversas tipologias de edifícios, começando por uma das tipologias mais comuns: os blocos habitacionais de promoção pública de novas construções.

Esta iniciativa pretende facilitar a incorporação de boas práticas na edificação em Espanha, e iniciar uma linha de trabalho que vai desafiar os tipos e modelos edificatórios com mais futuro, com a convicção de que este sector deve enfrentar, de forma inequívoca, o desafio energético e tecnológico de carácter ambiental como a melhor forma de incorporar a filosofia da sustentabilidade no sector da construção.